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Como saber a compatibilidade das peças da bike - Parte 3 - Câmbio Traseiro
22/10/2019
Dicas
Chegamos na terceira parte desse mini guia de como você pode descobrir a compatibilidade das peças de reposição ou upgrade de sua bike, e nele falaremos um pouco mais sobre os câmbios traseiros para bicicleta. Vale lembrar que todo o conjunto de peças de transmissão depende muito de outras peças para que o funcionamento sejam sempre mais eficiente.

Se você não conferiu a primeira e segunda parte do nosso mini guia, é só clicar aqui e aqui e rever o que você ainda precisa conferir antes de olhar somente o câmbio traseiro da sua bike.

O que é necessário saber sobre os câmbios traseiros da bicicleta?

Nascidos com sistemas de trocas por volta de 1930 desenvolvidos pela Campagnolo, na verdade o primeiro câmbio traseiro era um sistema duplo, com apenas um cog em cada lado da roda - uma para velocidade e um para subidas e para realizar essa troca de marcha (se assim pode-se chamar), era necessário desmontar a roda da bicicleta por completo. Somente por volta de 1950 que um sistema no estilo paralelogramo, que facilitaria a vida de de quem pedala.

Os câmbios traseiros então começaram a evoluir até chegar no ponto atual, onde várias marcas possuem inclusive o funcionamento eletrônico, que favorece o uso de alta performance com a eficiência elevada de trocas precisas e mais macias. Mas como nem todo ciclista pode ter um desses (e que precisam ser compatíveis com outros sistemas), vamos ao nosso mini guia para essa peça de bike tão conhecida.
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Responsáveis por movimentar a corrente entre os cogs do cassete da bicicleta, os câmbios traseiros devem ter a atenção redobrada na hora da escolha, isso por que existem uma série de características que podem tornar o que deveria ser um auxílio para seus treinos e provas em um verdadeiro pesadelo com barulhos incômodos, trocas barulhentas (ou nem realizadas), durabilidade comprometida, entre outros fatores.

Por isso, é importante saber que algumas características são essenciais para a utilização com o seu atual grupo, a começar com o tamanho que o câmbio possui. Esse fator faz com que seja possível saber qual a distância entre as roldanas de câmbio e consequentemente a capacidade de fazer com que o câmbio se abra para empurrar a corrente em diferentes tamanhos de cassetes, e quanto maior o cassete tecnicamente o câmbio deve acompanhar esse processo, por isso as três maiores marcas funcionam com três tamanhos de diferentes de cages: Short (curto), Medium (Médio) e Long (comprido). A Shimano aplica as nomenclaturas: SS, GS e SGS, a Campagnolo: Short, Medium, Triple e a Sram: Short, Medium e Wifli/Eagle consequentemente para cada um deles.

Além do comprimento do câmbio, existem modelos que podem ainda conter sistemas que atuam em uma espécie de travamento da corrente, assim, em determinadas situações é possível com que em diferentes terrenos a tensão da corrente na relação seja mantida para maior eficiência e também proteção contra impactos contra o quadro da bicicleta. Os câmbios Shimano utilizam essa tecnologia com os nomes DynaSys ou Shadow, e a Sram utiliza isso com o termo Type 2.

Basicamente, escolher um novo câmbio traseiro para a bicicleta, deve levar em consideração essas duas características, além do trivial - a quantidade de marchas que sua bicicleta ou cassete possuem, afinal um câmbio de 7 velocidades não irá funcionar corretamente em um cassete de 9 velocidades, ou seja, essa regra básica não pode passar batido na hora de procurar pelo câmbio correto da sua bicicleta.

É claro que essa regra de compatibilidades deve ser observada em mais fatores, afinal, o câmbio traseiro não funciona sozinho, então além da compatibilidade da quantidade de marchas quanto ao cassete, também é necessário verificar ela junto ao trocador direito da bike, que também depende da quantidade de velocidades do conjunto câmbio/cassete.  E aqui dependendo do caso é possível limitar caso o trocador seja de mais velocidades em relação ao câmbio traseiro junto ao cabo do câmbio, mas vale lembrar que isso é uma alternativa que pode comprometer todo o sistema de câmbios da bicicleta.

Na hora de escolher o câmbio traseiro ideal para sua bicicleta ou o mais compatível, além de todas essas características, é importante sempre tentar evitar misturar diferentes marcas, afinal a compatibilidade entre grupos de uma mesma marca já pode causar falhas nas trocas de marchas, imagina entre marcas diferentes e que possuem sistemas diferentes entre si. Por isso, o ideal é sempre tentar repor a peça pelo mesmo modelo e caso você não faça a mínima ideia de qual é, dar uma conferida na configuração original da sua bike ou nas outras peças afim de descobrir qual o câmbio que você já utiliza é uma excelente saída para isso.
Só na Mx Bikes, o melhor site de ciclismo do Brasil você encontra a maior variedade de câmbios e transmissões para sua bicicleta e você acessa isso aqui. E na semana que vem, finalizamos esse mini guia para você entender como realizar as trocas ou upgrades da sua bicicleta com mais facilidade, fique ligado.
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