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Câmbios para Bicicletas das melhores marcas

Câmbio Dianteiro Sunrace M966 9V Câmbio Dianteiro Sunrace MS20 3X10V Câmbio Traseiro Shimano Deore M610 SGS 10V Câmbio Dianteiro Shimano Deore XT M780 10V Câmbio Dianteiro Shimano Deore M591 9V Câmbio Traseiro Shimano Deore M610-GS 10 Velocidades Câmbio Dianteiro Sunrace MS66 2X10V Câmbio Dianteiro Shimano Deore M618-D Direct Mount 10V Câmbio Dianteiro Shimano Deore XT M785 10V Câmbio Traseiro Shimano Acera RD-M3000 SGS 9V Câmbio Dianteiro Shimano Deore M611-D Direct Mount 10V Câmbio Traseiro Shimano Deore RD-M615-L SGS 10V Câmbio Dianteiro Shimano Deore XT M786 10V Câmbio Traseiro Shimano Altus M310L 7V / 8V Câmbio Dianteiro Shimano SLX FD-M670 Câmbio Dianteiro Shimano Deore M610E 10V Câmbio Dianteiro Shimano Deore XT M786D Direct Mount 10V Câmbio Dianteiro Sunrace M500 7V Câmbio Dianteiro Shimano Deore M616-D Direct Mount 10V Câmbio Traseiro Shimano Tourney TZ40 6V / 7V Câmbio Dianteiro Shimano Altus M313 8V/7V Câmbio Dianteiro Shimano Tourney TX-51 Câmbio Dianteiro Shimano Tourney TZ-31 Câmbio Dianteiro Shimano Alivio FDM4000 9V Câmbio Dianteiro Shimano Alivio Down FDM431 9V Câmbio Dianteiro Shimano SLX FD-M670-A-E Roldana para Câmbio Vicinitech Cambio Traseiro SunRace RDM91 M90 9V Tampa da caixa de direção Neco C286GX 1-1/8”
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Câmbio Dianteiro Shimano Alivio M430 9V
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Câmbio Dianteiro Shimano Alivio M-431 9V
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Câmbio Dianteiro Shimano SLX M-676D Direct
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Câmbio Dianteiro Shimano Acera M360 7V / 8V
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Câmbio Dianteiro Sunrace SR M920 9V
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Câmbio Traseiro SunRace RDM57 M50 8/7V

Câmbios para sua bicicleta

Ideais para o uso de maior duração ou em terrenos que exigem maior esforço físico, os câmbios auxiliam os ciclistas a otimizar seus pedais e adequar o quanto de força querem dispender durante seus treinos, passeios ou provas. Isso porque os sistemas de câmbios possuem adequações que se encaixam em qualquer perfil e necessidade.

O surgimento dos câmbios

Considerada uma das provas mais tradicionais do ciclismo de estrada, o Tour de France teve seu início em 1903 e contava com menos de 100 ciclistas e as condições eram precárias, isso porque as bicicletas eram simples e exigiam muito dos ciclistas, não permitindo que grandes velocidades ou terrenos mais difíceis fossem utilizados.

Somente por volta de 1930, o sistema de Quick Release, inventado pela Campagnolo iniciou a corrida a favor de otimizar os tempos e facilitar a vida dos ciclistas nas situações mais difíceis. Simplificando o aparafusar das rodas, uma catraca de cada lado, permitia que fossem escolhida o que mais tarde seriam chamadas de marchas, mas o sistema já era muito similar ao atual, uma catraca pequena era responsável pela marcha pesada, enquanto a maior do outro lado servia como marcha leve.


Mas sem cabos e conduítes, os ciclistas precisavam descer das bikes para tirar e inverter a roda afim de ganhar velocidade ou encarar as subidas de forma mais fácil. Dez anos depois, a própria Campagnolo desenvolveu o Câmbio Corsa - um sistema que permitia a troca de marchas sem a necessidade de virar a roda. Muito parecido com a ideia dos câmbios atuais, mas com uma quantidade muito limitada de marchas, no máximo 4.

As trocas eram feitas por uma haste de metal, que permitia que a corrente se movimentasse entre as catracas. Foi somente por volta de 1950 que os câmbios tomaram a forma mais parecida com os atuais. Desenvolvido pela própria Campagnolo, o Gran Sport 1012, foi o primeiro câmbio paralelogramo do mundo.


A utilização do câmbio

A partir da década de 50, os câmbios passaram por transformações estéticas e mais funcionais. Com sistemas de trocas mais rudimentares, as bicicletas possuíam poucas marchas, além de terem os trocadores posicionados quase sempre afastados das mãos dos ciclistas, tendo que tirar as mãos do guidão para a troca ser realizada. Apesar disso, o sistema da câmbio caiu no gosto popular e permitiu que trechos urbanos de maior dificuldade fossem encarados com maior facilidade. No decorrer dos anos, estudos mais aplicados demonstraram a interferência das relações de marchas e a performance, permitindo que as novas modalidades de ciclismo também tivessem sistemas desenvolvidos com maior exclusividade, além de adequar as trocas para o mais próximo possível das mãos, melhorando o conforto e a rapidez na necessidade de cada ciclista e em cada modalidade.

Relações de marchas - Qual a ideal?

A pergunta na verdade se refere à quando e como trocar de marcha. Muitos ciclistas iniciantes percebem da pior forma possível que trocar de marcha com antecedência é necessário em diversas situações, afinal, chegar no início de uma subida e querer trocar a marcha para uma mais leve e não conseguir na verdade não é um problema da bicicleta ou do sistema de câmbio. Conforme é realizada força no pedivela, as marchas trocam de forma mais leve e com encaixe mais rápido. Isso ocorre porque ao colocar muita força no sistema, a corrente fica com mais tensão e fica impossibilitada de passar de uma coroa para a outra ou ainda de um pinhão para o outro. Nesses casos é muito importante que o ciclista saiba ler o percurso, prevendo os momentos de trocar de marcha ou até mesmo de frear.


Para as mais diversas modalidades de ciclismo, as marchas possuem relações diferentes. Isso acontece porque as necessidades são muito diferentes. Bicicletas de estrada raramente possuem mais que 34 dentes no pinhão do cassete, já que quanto menor a quantidade de dentes, mais pesada a relação e consequentemente maior a velocidade desenvolvida. Já no Mountain Bike, atualmente os cassetes podem ter até 50 dentes, permitindo encarar subidas muito mais pesadas com certa tranquilidade. Isso acontece porque as relações são inversas. Quanto mais dentes ou maior a coroa, mais força na frente é realizada, já no câmbio traseiro, ocorre o inverso, quanto mais dentes, mais leve a marcha fica, e, quantidades menores significam marchas mais pesadas.

Câmbios Dianteiros

Os câmbios dianteiros possuem a funcionalidade mais simples. Com apenas um guia para a corrente ser transportada entre as coroas, o câmbio conta comumente com no máximo 3 coroas, mas em muitas Mountain Bikes atuais, nem chega a existir, já que é utilizada apenas uma coroa, isso para aliviar o peso e porque os terrenos exigem trocas referentes à capacidade de realizar subidas de forma mais leve e sem descer da bike, diferente da estrada, onde coroas grandes auxiliam muito na velocidade.

Câmbios Traseiros

Responsáveis por realizar as trocas entre as marchas, esses pequenos sistemas são de simples funcionamento, mas de enorme utilizada. Para quem encara trilhas ou precisa de mais velocidade e performance, o câmbio traseiro precisa funcionar de forma rápida e precisa. Se o câmbio pular ou se a marcha enroscar, a perda de velocidade ou o desgaste prematuro do conjunto pode terminar em acidentes mais graves, ou fazer você voltar a pé para casa.

Manutenção

Câmbio bem regulado e com a manutenção em dia, garante trocas rápidas e suaves, sem ficar fazendo barulhos incômodos. Por isso, manter seu câmbio com a manutenção em dia é essencial. Vale lembrar que para câmbios, o uso de desengripantes não é indicado, afinal eles deixam o sistema mais liso, fazendo que com as marchas possam escapar ou ainda derrapar, sem realizar as trocas, além disso, acumulam mais sujeira, impregnando o sistema e diminuindo a sua durabilidade. Portanto utilize graxas e lubrificantes corretos, assim seus câmbios vão manter a integridade e realizar as trocas da forma necessária para você chegar onde precisa com tranquilidade.


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