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Passadores de Marcha em até 12x sem juros

Grupo Sunrace MTB 21V
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Passador de Marcha Shimano Deore XT M8100 I-Spec EV 12V
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Passador de Marcha Yamada K05 3X7V com cabos
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Alavanca de Câmbio Ltwoo Sl-A12 12V
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Passador de Marcha Sunrace M500 3X8V com Cabos
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Passador de Marcha Shimano SLX SL-M7000 2/3X11V
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Passador de Marcha Shimano Acera SL-M360 3V Esquerdo
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Grupo MTB 12V Ltwoo
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Passador de Marcha Shimano Deore M6100 12V I-Spec
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Passador de Marcha Sram NX Eagle Trigger 12V
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Passador de Marcha Shimano SLX SL-M7000-R 11V
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Grupo Sunrace MTB 24V
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Passador de Marcha Sram GX Eagle Trigger 12V
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Passador de Marcha Sram Eagle SX Trigger 12V
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Passador de Marcha Sunrace MS10 2/3X10V com Cabos
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Passador de Marcha Sunrace M900 2/3X9V com Cabos
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Passador de Marcha Sunrace M400 3X7V com Cabos
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Passador de Marcha Shimano Alivio SL-M430 3V Esquerdo
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Passador de Marcha Shimano Altus SL-M310 2/3X8V
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Passador de Marcha Grip Shift Sunrace RM21 3x7v
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Grupo MTB 21V
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Saiba mais sobre este importante componente de transmissão - os Passadores de Marchas

Os primeiros sistemas de câmbios para bicicletas, nem sequer tinham trocadores ou passadores de marchas. Isso porque o primeiro sistema de troca, era feito de forma rudimentar e muito ineficaz. Na verdade, as primeiras bikes apenas possuíam a capacidade de levar nos cubos das roda apenas dois pinhões, sendo um em cada lado. Então o ciclista era obrigado a descer da bicicleta, e trocar o lado da roda que possuía a relação necessária para aquele determinado segmento.

A empresa Campagnolo foi a primeira a desenvolver um sistema de troca de marchas manual. Mas esse sistema ainda assim era complexo, ao mesmo tempo desconfortável e pouco eficaz, pois possuía no máximo 4 marchas e a troca era realizada via manual na lateral do quadro da bike por meio de alavancas maiores. Sendo assim, cada ciclista necessitava retirar uma das mãos do guidão para então fazer a troca. Confira no final da página como funcionava esse sistema.


passador de marcha para bike

A mudança de marchas nos guidões - otimizando a performance e a segurança

Com as mudanças de marchas sendo difíceis de serem utilizadas, e a adição de novas tecnologias para suprir a necessidade das novas modalidades que começaram a surgir, as alavancas de câmbio precisavam ser mais práticas. Em função disso, as primeiras alavancas de câmbio com cabos que passavam por baixo do quadro começaram a ser desenvolvidas, mas ainda assim eram rudimentares, e como não possuíam a capacidade de serem indexadas, ou seja, realizar a troca exata de cada marcha, eram um pouco complicadas de serem assimiladas pelos ciclistas no início e precisavam ter um pouco exato de troca, para não ficar enroscando.


passador de marcha para bicicleta trocador de marcha para bike

Aumentando a quantidade de marchas

Somente por volta dos anos 80 que com a evolução das peças de bicicleta os passadores de marchas capazes de garantirem compatibilidade com os câmbios, que surgiram os sistemas de marchas maiores, além disso, as necessidades dos ciclistas das modalidades diferentes da urbana e de estrada, que até então eram os responsáveis por grande fatia do mercado e de desenvolvimentos, começaram a serem ouvidas. Praticantes de Mountain bike necessitavam de diferentes sistemas, e os câmbios das road bikes (speed), eram colocados no quadro, um pouco longe das mãos, o que para o mtb não era muito seguro de se ter em determinadas situações, e para realizar as subidas mais íngremes, eram necessários pinhões maiores, mas ao mesmo tempo que não comprometesse a qualidade quanto ao peso das peças bicicleta.

Os diferentes tipos de passadores

Conforme as necessidades de cada modalidade foram surgindo, e devido à praticidade que cada uma precisava, os passadores foram sendo modificados e se adequando, Confira:

passador de marcha para bicicleta

Passadores não indexados

Simples, esses conjuntos são encontrados até os dias de hoje em bikes de entrada urbanas e até de Mtb, com 6 ou 7 velocidades no sistema de transmissão. Apesar de realizar a troca de marchas, esse sistema simples, pode causar muita dor de cabeça em ciclistas novos, já que ele não oferece o ponto exato da troca de marcha, ou seja, não faz o Click da troca, e quem necessita achar o ponto certo é o ciclista pela pressão realizada nos passadores.

passadores de marcha para bike

Alavancas de Fricção

Utilizadas até os dias atuais nas bicicletas de estrada (speed bikes) esse sistema utiliza duas alavancas que iniciam a contagem do sistema de marchas na vertical e indexam as marchas para baixo. O sistema funciona da mesma forma que os passadores de mão, mas como poderiam ferir os ciclistas em caso de acidentes, são colocados no quadro ou logo abaixo da mesa ou avanço do guidão e não sobre ele. No caso das MTb esse sistema quase nem chegou a ser utilizado.

trocadores de marcha para bike

Thumbshifters - Passadores simples

Funcionais e com indexação, esses passadores, permitem a troca com sistema de Click e utilizando somente o polegar. Esse sistema pode ser encontrado em bicicletas urbanas e versões de entrada de Mountain bikes. Simples de serem utilizados e com baixo custo, esses sistemas foram as primeiras alternativas ao sistemas de fricção, já que podem ser montados no guidão, facilitando o acesso às trocas, sem movimentar muito as mãos.

trocador de marcha para bicicleta

Grip Shifters - Trocadores direto nas manoplas

Facilidade. Esse é um dos maiores pontos dos passadores deste tipo de modelo. Isso porque os ciclistas não necessitam retirar as mãos das manoplas em momento alguma, já que o trocador está a poucos milímetros de distância. Utilizado até por atletas profissionais, devido à facilidade e a necessidade de manter maior controle e estabilidade em determinadas modalidades. Fácil de utilizar, pode ser utilizado no ciclismo urbano e no Mountain bike

trocador para bike

Rapid fire, Ez fire, Trigger Shifter - Trocas precisas e mais versatilidade

Diferentes nomes, devido aos seus fabricantes, estes passadores possuem um sistema simples e muito intuitivo de serem utilizados. Contando com um trocador para o dedo polegar e um para o dedo indicador, permitem que as trocas de marchas sejam realizadas de forma fácil e rápida. Alguns sistemas contam com manete de freio integrado, que otimiza ainda mais o uso para iniciantes e ciclistas urbanos. Atualmente é o sistema mais utilizado no Mountain bike devido à praticidade e a precisão no uso.

passador de marcha para bike

STi, Ergopower... Manetes com controle duplo

Para as road bikes ou speed de alto nível, as alavancas de fricção foram substituídas pelo sistema de controle duplo, devido à questões de praticidade e de segurança. Anexadas aos manetes de freios, os passadores realizam as trocas com toque curtos ou mais compridos no sentido horizontal, permitindo que mesmo durante curvas ou em velocidades maiores, as mãos do ciclista permaneçam no guidão, garantindo muito mais segurança.

Como funcionam os passadores de marcha para bicicletas

Independente do fabricante, os passadores possuem similaridade e um determinado padrão em relação às trocas de marchas. Junto ao guidão ou mesmo instalados no quadros, os passadores de marchas seguem o padrão que no lado esquerdo os comando são para as trocas de marchas no câmbio dianteiro, ou seja, realizam a passagem da corrente nas coroas junto ao pedivela. Aqui, tem-se relações mais normais de configuração 1 à 3 coroas, sendo que com apenas uma, não há a necessidade de passador, apenas com 2 ou 3 coroas, independente da quantidade de dentes em cada uma.

Já no lado esquerdo, os passadores de marchas comandam o acionamento do câmbio traseiro, permitindo as trocas, e aqui, a quantidade de pinhões e marchas podem variar muito dependendo da modalidade, e atualmente chegando a ter 12 velocidades, mas que não deve parar por ai, já que cada vez mais as relações estudadas para a alta performance aumentam, assim como a quantidade de dentes no pinhão maior.

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Saiba como funcionava o câmbio corsa, um dos primeiros passadores de marchas